Filmes de junho

1. Fellini, A História de um Mito (Paquito Del Bosco, Itália, 2000) **

2. Quanto Mais Quente Melhor (Billy Wilder, EUA, 1959) ****½

3. O Corvo (Henri-Georges Clouzot, França, 1943) ***½

4. Mal dos Trópicos (Apichatpong Weerasethakul, Tailândia/ França/Itália/Alemanha, 2004) ****

5. A Hora do Pesadelo (Wes Craven, EUA, 1984) ***

6. Zelig (Woody Allen, EUA, 1983) ****½

7. A Bela da Tarde (Luis Buñuel, França/Itália, 1967) ***½

8. O Anjo Exterminador (Luis Buñuel, México, 1962) ****

9. Robin Hood (Ridley Scott, EUA/Reino Unido, 2010) *½

10. A Hora do Pesadelo (Samuel Bayer, EUA, 2010) *

11. Sem Destino (Dennis Hopper, EUA, 1969) ****

12. Disque M para Matar (Alfred Hitchcock, EUA, 1954) ****½

13. Akira (Katsuhiro Otomo, Japão, 1988) ****

14. A Estrada (John Hillcoat, EUA, 2009) ****

15. Os Duelistas (Ridley Scott, Reino Unido, 1977) ****½

16. Simplesmente Alice (Woody Allen, EUA, 1990) ***½

17. Sempre Bela (Manoel de Oliveira, França/Portugal, 2006) ****

18. O Homem Errado (Alfred Hitchcock, EUA, 1956) ***½

19. Thelma e Louise (Ridley Scott, EUA, 1991) ****

20. A Ilusão Viaja de Trem (Luis Buñuel, México, 1954) **½

21. A Idade do Ouro (Luis Buñuel, França, 1930) ****

22. Tudo Pode Dar Certo (Woody Allen, EUA/França, 2009) ***½

23. Brazil – O Filme (Terry Gilliam, Inglaterra, 1985) **

24. Os 12 Macacos (Terry Gilliam, EUA, 1995) ***

Revisões:

25. Todos Dizem Eu Te Amo (Woody Allen, EUA, 1996)

6 thoughts on “Filmes de junho

  1. Gustavo, também não consigo entender o gosto de muita gente por Os 12 Macacos, na verdade não gosto é do cinema do Terry Gilliam. Já O Anjo Exterminador é uma peça que se encaixa perfeitamente no cinema surreal de um mestre no assunto, um Buñel numa fase produtivíssima. O filme é bem anti-climático.

    Então Stella, não predonima porque eu queira, na verdade, eu vou assistindo aos filmes ao sabor do vento. Tem muita coisa do cinema contemporâneo que quero e preciso ver, principalmente deste ano, mas os filmes vão aparecendo pra gente em turbilhão. Além disso, tem muita coisa antiga e clássica que eu também preciso ver e conhecer, muitos diretores, movimentos, gêneros e tal que fazem parte daquele sentimento de querer saber mais da arte cinematográfica como um todo. E aí os clássicos são indispensáveis.

    Ita Wallace, poucas concordâncias, hein! Mas não entendo mesmo esse gosto de tanta gente pelos filmes do Gilliam. E fala sério que Akira, Sem Destino, Zelig e O Anjo Exterminador merecem mais uma estrelinha, deixa de mesquinhez.

  2. Rafael, é isso aí, os clássicos são fundamentais. Gostaria de conhecer mais os antiguinhos, mas quem disse que resisto à visão dos novos, quando chego na locadora! Mesmo que decepcionem tantas vezes.

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