Filmes de agosto

1. Pandorum (Christian Alvart, EUA/Alemanha, 2009) *½

2. O Incrível Exército de Brancaleone (Mario Monicelli, Itália/França/Espanha, 1966) ****

3. Encontro Explosivo (James Mangold, EUA, 2010) *

4. A Morte Num Beijo (Robert Aldrich, EUA, 1955) ****

5. Quem Matou Leda? (Claude Chabrol, França/Itália, 1959) ****½

6. A Caixa (Richard Kelly, EUA, 2009) **½

7. Os Primos (Claude Chabrol, França/Alemanha, 1959) ****

8. Shrek Para Sempre (Mike Mitchell, EUA, 2010) **

9. O Bem-Amado (Guel Arraes, Brasil, 2010) **

10. Os Mercenários (Sylvester Stallone, EUA, 2010) **

11. A Origem (Christopher Nolan, EUA/Reino Unido, 2010) ***½

12. Uma Noite em 67 (Renato Terra e Ricardo Calil, Brasil, 2010) ***½

13. Vencer (Marco Bellocchio, Itália/França, 2009) ***½

14. A Noite (Michelangelo Antonioni, Itália/França, 1961) ****½

15. O Eclipse (Michelangelo Antonioni, Itália/França, 1962) ***

Revisões:

16. Os Incompreendidos (François Truffaut, França, 1959) *****

17. Laranja Mecânica (Stanley Kubrick, Reino Unido/EUA, 1971) *****

18. Oldboy (Park Chan-wook, Coreia do Sul, 2003) *****

19. Pickpocket – O Batedor de Carteiras (Robert Bresson, França, 1959) ****

20. A Aventura (Michelangelo Antonioni, Itália/França, 1960) ****½

21. Hiroshima Meu Amor (Alain Resnais, França, 1959) *****

6 thoughts on “Filmes de agosto

  1. Só filme de primeira categoria. Dá até uma inveja boa dos filmes que você teve a chance de conferir em Agosto. Dá também vergonha, especialmente se você for ler a minha lista de filmes vistos no mês. rsrsrsrsrs

  2. Então Kamila, muitos filmes de categoria, mas nem todos, né! Como sempre, há algumas bombas que a gente precisa ver. E essa sua vergonha é pela quantidade de filmes que você viu ou por que faltam mais filmes clássicos? Talvez seja o momento de diversificar mais sua programação de filmes e de incluir algumas obras de reconhecida importância para o cinema também, além dos filmes mais atuais que sempre precisamos ver.

    Alex, as três estrelas para Brancaleone eu até entendo, mas as mesmas três para a obra-prima que é Os Incompreendidos? Merecia mais, não? E sabe que até agora não sei o quanto, de fato, eu gostei de A Caixa?

    Pois é, Gustavo, tento sempre fazer essa mistura entre filmes clássicos e os atuais. No geral, consigo fazer uma salada interessante de obras bem distintas entre si. Espero continuar assim.

  3. Até que eu tava gostando, Stella. Mas aí a história que podia ser muito melhor desenvolvida perde lugar para um senso de terror fraco e sem surpresas. Também ia escrever sobre o filme para o blog, mas fui vendo outras coisas e acabei passando a oportunidade. rs

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