Filmes de julho

1. O Espetacular
Homem-Aranha

(Marc Webb, EUA, 2012) **½
2. Quando Voam
as Cegonhas

(Mikhail Kalatozov, União Soviética, 1957) *****
3. O que Eu Mais
Desejo

(Hirokazu Kore-eda, Japão, 2011) ***½
4. Sob o Sol de
Satã

(Maurice Pialat, França, 1987) ***
5. As Melhores
Intenções

(Billie August, Suécia/Dinamarca/Finlândia/ França/Alemanha/Reino
Unido/Itália/Noruega/Islândia, 1992) **½
6. Milagre em
Milão

(Vittorio De Sica, Itália, 1951) *****
7. O Espantalho (Jerry Schatzberg,
EUA, 1973) **½
8. Na Estrada (Walter Salles,
EUA/Reino Unido/Brasil/França, 2012) ***
9. A Primeira Coisa Bela (Paolo Virzì,
Itália, 2010) ***
10. Desencanto (David Lean,
Reino Unido, 1945) ****
11. Através de
Um Espelho

(Ingmar Bergman, Suécia, 1961) ****½
12. Um Verão
Escaldante

(Philippe Garrel, França/Itália/Suíça, 2011) ***½
13. Paisà (Roberto
Rossellini, Itália, 1946) ****
14. Mistérios de
Lisboa

(Raúl Ruiz, Portugal/França, 2011) *****
15. Fausto (Aleksandr
Sokurov, Rússia, 2011) ****
16. Violeta Foi
para o Céu

(Andrés Wood, Chile/Argentina/Brasil, 2011) ***½
17. Batman – O
Cavaleiro das Trevas Ressurge
(Christopher Nolan, EUA/Reino Unido,
2012) ***½
18. Hasta la Vista: Venha Como Você É (Geoffrey
Enthoven, Bélgica, 2011) ***
19. Sangue Ruim (Leos Carax,
França, 1986) ****½
20. Luz de
Inverno

(Ingmar Bergman, Suécia, 1962) ***½
21. O Silêncio (Ingmar Bergman,
Suécia, 1963) ****
22. Alemanha Ano
Zero

(Roberto Rossellini, Itália, 1948) ***½
23. Valente (Marc Andrews,
Brenda Chapman e Steve Purcell, EUA, 2012) ***½
24. Face a Face (Ingmar
Bergman, Suécia/Itália, 1976) ****½
25. Vergonha (Ingmar Bergman,
Suécia, 1968) ****
Revisões:
26. Gosto de
Cereja

(Abbas Kiarostami, Irã/França, 1997) ****
27. Roma, Cidade
Aberta

(Roberto Rossellini, Itália, 1945) ****½
28. Batman Begins (Christopher
Nolan, EUA/Reino Unido, 2005) ****½
29. Batman – O
Cavaleiro das Trevas

(Christopher Nolan, EUA/Reino Unido, 2008) ****½

5 thoughts on “Filmes de julho

  1. Quantos clássicos do cinema mundial. Estou com Face a Face pra ver, espero não me decepcionar.
    Não curti muito O Sol de Satã, do Pialat acho melhor Nós Não Envelheceremos Juntos.

  2. Gustavo, Face a Face me deixou embasbacado, é um filme bastante duro (o Bergman não tem pena de ninguém!). E me parece uma das atuações mais intensas da Liv Ulmann, que atriz ela é! Gosto de Sob o Sol de Satã, mas assim que terminei de ver, senti a necessidade de rever o filme para absorver melhor. Me parece uma obra de discussões, o texto é bem rico, e o filme tem um tratamento estético bastante simples e coeso. Já esse outro filme do Pialat eu não conheço, vou procurar depois.

    Ah Amanda, acho que qualquer outra coisa seria melhor do que ir "dançar" com Katy Perry (não, I didn't want see her pickcock cock cok cock cock). Acabei baixando Fausto, mas irei rever quando estrear normalmente na Sala de Arte. Já Violeta Foi para o Céu, sabe-se lá se vai chegar aqui.

  3. Peguei ódio pelos "asteriscos", mas não vamos perder a tradição:

    O Espetacular Homem-Aranha – **
    Sob o Sol de Satã – **
    O Espantalho – ****
    Na Estrada – **
    Desencanto – ****
    Um Verão Escaldante – *
    Fausto – **
    Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge – **
    Gosto de Cereja – ****
    Roma, Cidade Aberta – ***
    Batman Begins – **
    Batman – O Cavaleiro das Trevas – ***

  4. Sim Alex, até estranhei que você deixou de ofertar as estrelinhas. É tão legal, cara. Mas vá lá, vai de cada um, e tem sido recorrente abandonar as cotações.

    Bem, Sob o Sol de Satã eu preciso rever, mas gosto muito daquela atmosfera quase que suspensa, o texto conta muito no filme. Já não vejo tanta graça em O Espantalho, não consigo me envolver com os personagens. Um Verão Escaldante eu achei bem bom, na linha do que o Garrel costuma fazer, muito fiel a seu projeto de cinema. Fausto me parece um filme difícil, mas gosto como o Sokurov constrói um percurso que leva (e eleva) a ganância. Mas certamente preciso rever o filme. E por que notinha tão baixa para um clássico como Roma, Cidade Aberta? Depois que revi, o filme cresceu bastante pra mim, contundente e definidor de uma estética.

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